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3 2 OUTUBRO’ 2026 YACHT MAIS +D R . C A R LO S H E N R I QU E o Rua Arthur de Azevêdo Machado, 1459, Edifício ITC - Internacional Trade Center, Sala 801 - Costa Azul, Salvador - BA, m Instituto Baiano de Coluna 71 3052-8949 / 71 99998-9661 K www.drcarloshenriqueortopedista.com Q @drcarloshenriquecoluna DR. CARLOS HENRIQUE Dor lombar é uma queixa comum, mas não deve ser automaticamente atribuída à idade ou à rotina. Quando o desconforto ultrapassa quatro semanas, irradia para as pernas ou vem acompanhado de formigamento, dormência, fraqueza, alterações urinárias ou intestinais, febre, trauma ou perda de peso inexplicável, é hora de buscar avaliação especializada. Em pessoas mais velhas, a atenção deve ser ainda maior: a osteoporose pode fragilizar os ossos e favorecer fraturas vertebrais mesmo após pequenos traumas ou esforços. Segundo o Dr. Carlos Henrique, um dos principais avanços recentes no tratamento da dor foi justamente a ampliação das possibilidades entre o tratamento conservador e as cirurgias de maior porte. Técnicas minimamente invasivas guiadas por imagem permitem, em pacientes selecionados, tratar determinadas causas de dor por meio de procedimentos como infiltrações articulares, bloqueios neurais e radiofrequência. Em situações específicas, também podem ser consideradas outras terapias, como o plasma rico em plaquetas (PRP). “As intervenções minimamente invasivas guiadas por imagem representam um dos maiores avanços recentes, permitindo tratar determinadas condições dolorosas antes de indicar cirurgias maiores.” A própria cirurgia da coluna também passou por transformações. A cirurgia endoscópica, por exemplo, pode ser utilizada em casos selecionados de hérnia de disco e estenose, com pequenas incisões e, dependendo do procedimento e das condições do paciente, recuperação hospitalar mais rápida. Mas tecnologia, por si só, não define o tratamento. Para o especialista, a indicação precisa considerar a resposta aos tratamentos conservadores, a compatibilidade entre os sintomas e a alteração anatômica encontrada e uma avaliação ampla do paciente. “Bons candidatos são aqueles que apresentam dor refratária ao tratamento conservador adequado e cujos sintomas são compatíveis com a lesão anatômica encontrada.” Essa avaliação individualizada ganha ainda mais importância para quem convive com dor há meses ou anos e já tentou diferentes alternativas. Em vez de concluir que “não há mais o que fazer”, o caminho pode estar em uma nova investigação. Médico ortopedista especialista em cirurgia da coluna e dor. É membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e membro da World Institute of Pain (WIP) - com título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP). Atua principalmente com procedimentos minimamente invasivos e cirurgia endoscópica da coluna. RESULTADO EFICAZ Quando a abordagem correta acontece no momento adequado, os efeitos podem ultrapassar o controle da dor. Sono, humor, saúde emocional, capacidade de trabalhar e autonomia também podem melhorar, devolvendo ao paciente atividades que foram sendo deixadas de lado ao longo do tempo. “A redução da dor crônica devolve qualidade de vida ao paciente.” A mensagem do especialista é clara: conviver com dor por anos não significa necessariamente que todas as possibilidades foram esgotadas. Muitas vezes, significa que é preciso olhar novamente para o caso, compreender a origem do problema e construir uma estratégia de tratamento mais completa e individualizada. Quando se preocupar com a dor na lombar Quando o incômodo persiste, investigar a causa pode mudar o caminho do tratamento. DR CARLOS HENRIQUE A. SILVA “As intervenções minimamente invasivas guiadas por imagem representam um dos maiores avanços recentes, permitindo tratar determinadas condições dolorosas antes de indicar cirurgias maiores.”

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