+ YAC H T T E C H A Sony celebrou uma década da linha 1000X com um lançamento à altura do marco: o 1000X The ColleXion, sua edição de luxo do flagship WH-1000XM6. O aparelho troca o plástico por aço inoxidável polido e couro vegano macio, com acabamento que remete à joalheria, e um estojo exclusivo que mais parece uma bolsa de mão. O preço acompanha a ambição: US$ 649,99, cerca de US$ 200 acima do modelo convencional, posicionando o fone como objeto de desejo tanto para audiófilos quanto para o público fashion. Por dentro, a engenharia permanece de referência: o mesmo sistema de cancelamento de ruído do XM6, com 12 microfones beamforming, processador QN3, Bluetooth 6.0, drivers de carbono e bateria de até 24 horas. A novidade técnica é o DSEE Ultimate, recurso de IA que restaura em tempo real os detalhes perdidos em arquivos de música comprimidos — um primeiro na história da Sony. A crítica especializada confirmou: mais do que bonito, o The ColleXion entrega uma das experiências sonoras mais completas do mercado. O iPhone Duo, o primeiro dobrável da Apple, já está disponível no Brasil. Os usuários elogiaram o design inovador, destacando a espessura ultrafina, a leveza do aparelho e o vinco da tela quase imperceptível graças ao vidro de nanotextura. A transição fluida do sistema e o ecossistema Apple adaptado para a tela interna de quase 8 polegadas foram muito bem recebidos, permitindo uma multitarefa eficiente e boa compatibilidade com a Apple Pencil. Recursos práticos, como o modo Do Preview para visualizar fotos na tela externa, também agradaram os entusiastas que buscavam uma experiência verdadeiramente nova dentro da marca. Por outro lado, o dispositivo enfrenta duras críticas devido ao seu preço extremamente elevado, com valores na faixa de R$ 22.000 no Brasil, o que fez muitos consumidores considerarem o custo proibitivo e injustificável. Também há insatisfação quanto ao conjunto de câmeras e ao desempenho de processamento, que ficam abaixo dos modelos topo de linha tradicionais da Apple, como a linha Pro. Entre o entusiasmo e a desconfiança, o iPhone Duo é a prova de que a Apple finalmente aderiu à corrida dos dobráveis, mas também um lembrete de que a primeira geração de qualquer tecnologia cobra caro por ser pioneira. Para quem quer viver essa experiência agora e tem orçamento para isso, o aparelho entrega algo que nenhum outro iPhone oferece. A TAG Heuer, do grupo LVMH, decidiu virar a página em uma de suas apostas mais ousadas: a linha Connected, pioneira entre as relojoarias suíças de luxo a disputar espaço com a Silicon Valley, teve sua produção encerrada no verão de 2026. O estoque remanescente será vendido gradualmente até o fim de 2027. A decisão encerra uma década de experimentos, que incluiu desde o primeiro Connected de 2015 até o Modular cravejado de diamantes, avaliado em cerca de US$ 197 mil, o smartwatch mais caro já produzido. O movimento revela uma estratégia clara: a maison prefere reafirmar sua identidade na alta relojoaria mecânica, onde os cronógrafos Carrera e o icônico Monaco seguem gerando desejos, como mostrou a releitura do Monaco na Watches and Wonders 2026, agora com o calibre TH80-00 desenvolvido com a Vaucher Manufacture. A saída também simboliza um veredicto do mercado: o luxo tradicional não encontrou no smartwatch um terreno fértil, e o segmento de relógios inteligentes premium parece, de fato, se despedindo. A Kering, dona da Gucci, confirmou uma parceria com o Google para desenvolver óculos inteligentes de luxo com inteligência artificial, o que pode tornar a marca italiana a primeira grande maison a entrar no segmento. Os óculos rodarão no Android XR com a IA Gemini integrada ao núcleo do sistema, combinando design de vanguarda e tecnologia centrada no usuário. O CEO da Kering, Luca de Meo, apontou o lançamento para 2027, como parte de sua estratégia de revitalizar a Gucci e escalar as divisões de eyewear e joalheria do grupo. A jogada coloca a Gucci em rota de colisão direta com a EssilorLuxottica, líder ítalo-francesa do setor, que produz os Ray-Ban Meta em parceria com a Meta. A aposta é clara: se a tecnologia dos óculos inteligentes ainda carrega o estigma do “nerd”, quem melhor que a alta moda para torná-los desejáveis? A parceria também sinaliza uma nova era nas relações entre luxo e big techs, não mais como fornecedores de gadgets, mas como coautores de produtos onde o design da maison e a engenharia do Google dividem o protagonismo. FOTOS DIVULGAÇÃO Sony lança headphone TAG Heuer encerra sua linha Gucci terá óculos de luxo Por Bruno Porciuncula Q @bporciuncula de smartwatches veja comentários inteligente iPhone Duo, primeiro dobrável da Apple, já está no Brasil;
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