4 6 OUTUBRO’ 2026 YACHT MAIS O BRASIL VIVE UM MOMENTO ESPECIALMENTE INTERESSANTE PARA QUEM GOSTA DE VIAJAR MOTIVADO PELA BOA MESA E PELA HOSPITALIDADE. EM DIFERENTES REGIÕES DO PAÍS, HOTÉIS AUTORAIS E RESTAURANTES CADA VEZ MAIS CONECTADOS À CULTURA LOCAL VÊM TRANSFORMANDO EXPERIÊNCIAS DE VIAGEM EM VERDADEIRAS JORNADAS GASTRONÔMICAS. DE CAPITAIS VIBRANTES A PEQUENOS DESTINOS À BEIRA-MAR, NUNCA HOUVE TANTAS OPÇÕES CAPAZES DE SURPREENDER VIAJANTES EM BUSCA DE AUTENTICIDADE, CONFORTO E SABORES MEMORÁVEIS. Brasil à Mesa: uma viagem pelos destinos onde gastronomia e hospitalidade se encontram + G A S T R ONOM I A Em Goiânia, o GRUPO ÍZ simboliza bem esse novo movimento. Após consolidar operações gastronômicas reconhecidas na cidade, o chef Ian Baiocchi ampliou a experiência com o Íz Hotel Conceito, um projeto exclusivo que funciona integrado ao premiado restaurante Íz. São apenas três suítes, cada uma com identidade própria, reforçando uma proposta de hospitalidade intimista em que gastronomia, bemestar e serviço personalizado caminham juntos. A experiência traduz uma tendência cada vez mais forte no Brasil: hotéis que nascem pensando na gastronomia de excelência como base (e não como complemento). Seguindo rumo ao Sul, Curitiba mostra por que se tornou um dos destinos gastronômicos mais consistentes do país. O NOMAA HOTEL é um dos grandes símbolos da hotelaria de luxo brasileira, combinando hospitalidade, design, arte e uma forte conexão com a cidade. Em seu interior, o Nômade Restaurante funciona como uma extensão natural dessa proposta, mesclando influências regionais e internacionais em um ambiente que une biblioteca, bar e restaurante. A capital paranaense ainda reúne casas que justificam uma viagem dedicada à gastronomia: o K.sa (do chef Claudia Krauspenhar), conhecido pelos concorridos festivais mensais de ostras e um cardápio repleto de itens deliciosos; o elegante Duq (do chef Felipe Miyake), que combina alta gastronomia, serviço refinado e uma das adegas mais interessantes da cidade; o premiado Manu (da chef Manu Buffara); o contemporâneo ASU (do chef Danilo Takigawa); e o Fujii Cozinha Japonesa (do chef Vinícius Fujii), referência quando o assunto é culinária japonesa de verdade e sem firulas. Em Belo Horizonte, a cozinha mineira vive uma fase de renovação criativa sem perder suas raízes. As operações lideradas pela chef Léo Paixão, em especial o Glouton, o NINITA e o Macaréu, ajudam a consolidar a cidade como um dos polos gastronômicos mais relevantes do país, equilibrando técnica, identidade regional e valorização dos produtores locais. No efervescente Mercado Novo, a cozinha Tupis expressa o espírito contemporâneo da capital mineira, enquanto casas como o asiático Okinaki e o espanhol PARALLEL (dos chefs Gabriela Guimarães e Guilherme Furtado) ampliam a diversidade de experiências e mostram como BH tem expandido seus horizontes culinários sem abrir mão da alma mineira. Por Felipe Almeida Q @almeida1984 advogado, foodie e creator
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