Revista Yacht Mais #113

2 5 Paula Magalhães, apresentadora de tevê (programa Mosaico Baiano) sempre antenada com as novidades fashion, conta que, depois da necessidade do uso de máscara protetora, quase não usa mais. “Só saio de casa sem brincos. Às vezes, à noite, coloco um quando estou em casa na Praia do Forte”, diz a jornalista e editora de moda, que opta pelos brincos bem grandes, coloridos e com strass. “Então, prendo o cabelo para destacar ainda mais a peça”, revela. Já a empresária Maria Petilo transformou sua paixão em um negócio bem-sucedido. Suas lojas homônimas, em Ondina e Morro de São Paulo, exibem acessórios de todos os estilos e preços. Ela explica que a mulher baiana “ama se sentir linda”, e a maioria não fica sem brinco de jeito nenhum, porque é um sinônimo de feminilidade. Ex-funcionária pública, Maria enfrentou a dificuldade gerada pela pandemia com muita garra e determinação, acreditando que o autocuidado e a vaidade na medida certa impactam beneficamente na vida e na saúde das mulheres. Além dessa marca, lançada há cerca de quatro anos, Salvador conta com outras lojas que apresentam excelentes opções de brincos, seja bijuteria, semijoia ou joia. Entre elas, H.Stern, Vivara, Trudys, Comparatto e Carolina Costa. “A baiana sempre gostou bastante de argolas, e hoje em dia quase todas têm no mínimo dois furos na orelha, pois gostam de brincar com esse acessório”, diz Carolina, proprietária de lojas em shopping centers na cidade e que acaba de inaugurar um amplo espaço na Alameda das Espatódeas, em parceria com a Bilbao. “Só saio de casa sem brincos. Às vezes, à noite, coloco um quando estou em casa na Praia do Forte” PAULA MAGALHÃES ANNA LIBÓRIO Os maxi brincos são os que eu mais gosto, mas até isso a pandemia nos sabotou. Eles brigam com a máscara, e antes que rasgassem a orelha passei a usar pérolas e pontos de luz” BRINCO SCHIAPARELLI

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