Acomac 84

RevistaAcomac Bahia l 33 Bem, dados do Ibope revelam que o Brasil ultrapassou a quantidade de 100 milhões de internautas, e uma pesquisa recente promovida pela eMarketer, empresa de pesquisas nas esferas de marketing, mídia e comércio, apontou que cerca de 80% dos usuários de Internet no país estão presentes nas redes sociais. Muitos estudiosos citam o Brasil como o futuro das redes sociais, e não precisa ser nenhum teórico para perceber que o grande diferencial neste momento é a quantidade de pessoas para quem falar nesses sites. E isso inclui falar sobre a sua marca e, eventualmente, vender. Para isso, é fundamental investir fortemente em conteúdo. O perfil em uma rede social (não importa se Twitter, Instagram, Facebook ou Pinterest) precisa falar de assuntos que vão além da venda do produto. É uma loja de acessórios? Dicas de moda, comportamento e beleza podem ajudar a atrair mais seguidores, que por consequência, conhecedores da sua marca. Como eu sempre digo, não é preciso estar em todas as redes sociais só porque apareceu uma nova. Você precisa é saber onde seu público está e falar a linguagem deles. O inevitável é: se você não tem, você precisa ter uma fan page no Facebook. É lá onde todo mundo está (se esse artigo fosse escrito seis anos atrás, certamente seria o Orkut) e onde a maioria das pessoas irão elogiar e criticar (e às vezes muito) sua marca. E você quer ficar sem saber o que eles falam? Com os efeitos da crise econômica no Brasil, a maioria das empresas se prepara para cortar custos, mas manter uma comunicação ativa com o seu público é ferramenta fundamental para garantir novos clientes e aprimorar os negócios, conforme defendem os especialistas em marketing. Em 2012, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg encomendou uma pesquisa para analisar 60 campanhas publicitárias no Facebook e descobriu que metade das campanhas analisadas teve um retorno cinco vezes maior que o valor investido, ou seja, 70% delas deram à marca anunciante o triplo do dinheiro gasto com a propaganda na rede social. Para o publicitário Américo Neto, diretor da Viamídia Publicidade, uma das mais maiores agências de publicidade do Nordeste, uma forma de driblar a crise é investir em estratégias de comunicação digital. “Além de ser mais rápida, barata, dirigida e focada, é possível medir resultados com mais facilidade”, destaca. A agência de Neto criou até Núcleo Digital, integrado ao setor de criação, com o objetivo de elaborar campanhas com uma linguagem própria é solução para a crise para redes sociais, apostando na estratégia de comunicação integrada. “As empresas procuram cada vez mais os anúncios através de links patrocinados na internet, e-mail marketing, propagandas através do Facebook, WhatsApp, Instagram, dentre outras mídias digitas”, conta Américo. “Em períodos de crise os clientes ficam muito mais sensíveis às oportunidades. Se há uma promoção verdadeira, uma redução de preço ou uma grande vantagem, o consumidor tende a reagir investindo mais facilmente”, garante. Comunicação digital

RkJQdWJsaXNoZXIy MzE3MjY=