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+D R A . PAT R I C I A S A N C H E S Q @dra.patriciasanches CLINICA EMEG o Av. Tancredo Neves, 2539, CEO Salvador Shopping, Torre Nova York, sala 1909 m 71 98669-9770 K drapatriciasanches.com.br DRA. PATRICIA SANCHES Aos 40 anos, muitas mulheres descrevem a sensação de “não me reconheço mais”. O corpo começa a passar por transformações silenciosas, mas profundas, que vão muito além da estética. Oscilações hormonais impactam o metabolismo, o sono, a energia, a saúde sexual e até a forma como o organismo responde ao envelhecimento. Segundo a especialista em saúde feminina Dra. Patricia Sanches, compreender esses processos é o primeiro passo para viver essa fase com plenitude. “O envelhecimento feminino não precisa ser sinônimo de perda, mas sim de renovação. A mulher 40+ tem hoje acesso a ferramentas médicas e integrativas que permitem viver com vitalidade e energia”, afirma. Nessa fase da vida, os níveis de estrógeno e progesterona começam a oscilar, preparando o corpo para a transição do climatério e, mais tarde, a menopausa. Essa mudança repercute no sono, na disposição física e até na saúde cardiovascular. Já a testosterona, fundamental para libido, força muscular e vitalidade, também sofre queda. Alterações em hormônios como melatonina e cortisol afetam o sono e o equilíbrio emocional. “Os hormônios têm papel direto na regulação do humor, da memória e da sensação de bem-estar. O cérebro é o primeiro órgão a sofrer com essas alterações, e isso explica porque tantas mulheres enfrentam ansiedade, depressão e dificuldades de concentração nessa fase”, destaca a médica. SINTOMAS E SINAIS DE ALERTA Ondas de calor, insônia, irritabilidade, cansaço constante, queda de cabelo, ganho de peso abdominal e baixa libido estão entre os sintomas mais comuns. “São sinais de que o corpo está pedindo atenção. Não é ‘normal da idade’ viver com fadiga ou perder o prazer. É preciso buscar acompanhamento especializado”, alerta Dra. Patricia. De acordo com a especialista, pequenas mudanças de estilo de vida fazem toda a diferença: Alimentação anti-inflamatória e equilibrada; Prática regular de atividade física, especialmente musculação; Sono de qualidade, com técnicas de higiene do sono; Controle do estresse por meio de meditação ou mindfulness; Suplementação personalizada, quando necessária. “Esses ajustes são capazes de transformar a forma como a mulher atravessa essa fase, mesmo antes de se iniciar a reposição hormonal”, explica. Quando os sintomas passam a comprometer a qualidade de vida, a terapia de reposição hormonal (TRH) pode ser indicada. “Hoje contamos com hormônios bioidênticos, que têm estrutura semelhante aos produzidos pelo corpo, tornando o tratamento mais seguro e eficaz. Além disso, a dosagem é personalizada, o que reduz riscos e melhora os resultados. Corpo e mente integrados A saúde mental tem papel crucial nesse processo. Alterações hormonais afetam neurotransmissores como serotonina e dopamina, favorecendo quadros de ansiedade e depressão. Por isso, práticas como psicoterapia, atividade física e meditação funcionam como aliados. “Cuidar da mente é tão essencial quanto equilibrar os hormônios. Mulheres que investem nesse equilíbrio tendem a envelhecer de forma mais saudável e feliz”, afirma a especialista. Para a Dra. Patricia Sanches, envelhecer pode e deve ser uma fase de potência. “Não aceite o cansaço, a insônia ou a perda de libido. Busque informação, acompanhamento especializado e permita-se viver essa etapa como a mais plena da vida. Afinal, longevidade com qualidade é um direito e também uma escolha”, conclui. Hormônios, longevidade e vitalidade: os segredos da mulher 40+ A Dra. Patricia Sanches explica como entender e equilibrar os hormônios pode transformar a vida das mulheres após os 40 anos. 3 6 NOVEMBRO’ 2025 YACHT MAIS

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