Esses ruídos de imagem, quando não observados, podem gerar consequências significativas nas relações e na autoestima. Expressões tensas, olheiras profundas ou sobrancelhas cerradas são lidas de forma negativa, mesmo que não reflitam o verdadeiro estado interno da pessoa. “Um olhar cansado pode ser interpretado como desinteresse, e lábios retraídos, como frieza”, afirma. “Isso interfere tanto na forma como somos vistos quanto em como nos enxergamos.” A harmonização facial, quando bem aplicada, pode suavizar essas expressões involuntárias e resgatar a naturalidade do rosto. A Dra. Elisa explica que microexpressões associadas a tristeza, desconfiança ou cansaço podem ser atenuadas com intervenções precisas. “Equilibrar musculaturas, recuperar volumes estratégicos e ajustar vetores de expressão permite que a face volte a comunicar leveza e vitalidade”, ressalta. Algumas áreas do rosto são especialmente determinantes para transmitir empatia, como os olhos e o sorriso. Quando bem posicionadas, essas regiões geram uma leitura instantânea de acolhimento. “O olhar e a região periocular são fundamentais para gerar confiança. O sorriso, em harmonia com a musculatura malar, também é chave para a simpatia”, observa. “Pequenos desvios nessas áreas podem comprometer a conexão emocional.” Além do impacto externo, há também efeitos internos associados à expressão facial. Estudos demonstram que a forma como o rosto se apresenta pode influenciar o estado emocional da pessoa. “Existe o conceito de feedback facial, que mostra que a expressão influencia o que sentimos”, explica. “Muitas pacientes relatam alívio emocional e aumento da confiança após intervenções sutis e bem direcionadas.” A devolução da identidade visual é, segundo ela, o momento mais simbólico do processo. Muitos pacientes se emocionam ao se reconhecerem novamente no espelho após ajustes delicados que respeitam sua essência. “O olhar ganha luz, o sorriso se solta e há um silêncio antes de frases como ‘sou eu de novo’ ou ‘agora me reconheço’”, relata. “É mais do que satisfação estética. É reencontro com a própria imagem.” Naturalidade e autenticidade são pilares do método, e para garanti-los é necessário mais que técnica. É preciso escuta, sensibilidade e compreensão de comportamento. “Cada rosto tem uma linguagem única. Respeitar assimetrias naturais e valorizar traços identitários é o que evita resultados padronizados”, ressalta. “Não se trata de criar um novo rosto, mas de revelar o que comunica verdade.”, finaliza. DRA. ELISA MARCHESINI ESPECIALISTA EMCOMUNICAÇÃO FACIAL 9 Rua Professor Cassilandro Barbuda, 139 - Costa Azul m 71 98788-3611 Q @draelisamarchesini “Cada rosto tem uma linguagem única. Respeitar assimetrias naturais e valorizar traços identitários é o que evita resultados padronizados.” 4 1 YACHT MAIS NOVEMBRO’ 2025
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